Fluxos & ETFs

entradas/saídas de ETFs/ETPs, impacto em preço e liquidez.

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Criação e resgate: como o ETF absorve fluxo sem “descolar” e como ler prêmio/desconto vs NAV do jeito certo

A criação e resgate de ETFs é o “motor invisível” que sustenta a negociação em bolsa. É isso que ajuda o preço do ETF a ficar próximo do valor justo do portfólio (NAV), mesmo quando entram ou saem grandes volumes. Quando esse motor sofre atrito (mercado estressado, subjacente ilíquido, custo de hedge alto), você pode […]

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Money market e ultra-curto em ETF: por que cresce em 2026 — e como comparar yield vs custo total (sem autoengano)

Os money market ETFs e ETFs de ultra-curto seguem em alta porque resolvem um problema simples: onde deixar o caixa com praticidade, liquidez e controle. Em 2025, T-bill ETFs ganharam destaque por combinar yield, simplicidade e liquidez — e essa lógica continua relevante para 2026. Antes de decidir, entenda que produto de “retorno baixo” exige

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Russell Reconstitution semestral em 2026: o novo “fluxo mecânico” e como navegar picos de volume sem pagar caro

Introdução A Russell Reconstitution semestral vira um divisor de águas em 2026: a FTSE Russell anunciou a mudança de reconstituição anual para frequência semestral, o que tende a redistribuir (e potencialmente intensificar) os momentos de “fluxo forçado” ao longo do ano. Antes de decidir como operar nessas janelas, entenda que isso não é “notícia de

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ETF como “share class” de fundo: por que isso pode mudar o fluxo estrutural e o impacto em custos, impostos e competição

Introdução A aprovação para ETF share class (ETF como classe de cotas de um fundo tradicional) é um evento estrutural porque pode acelerar migração de ativos e mudar a competição entre mutual funds e ETFs. Em 2025, a SEC aprovou a aplicação da Dimensional para lançar ETF share classes em fundos existentes, movimento amplamente coberto

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ETFs temáticos de IA em 2026: por que o fluxo concentra — e como lidar com crowding e concentração em megacaps

Palavra-chave foco: ETFs de IA Introdução Os ETFs de IA continuam no centro do mercado, mas o debate evoluiu: não é só “ter IA”, e sim como ter sem cair em concentração e crowding. Relatórios e notícias recentes destacam a dominância do tema e, ao mesmo tempo, alertam para riscos de concentração e correlação. Por

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Rotação para small caps/value: por que o fluxo aparece nos ETFs — e como identificar “hub de liquidez” sem confundir ruído com tendência

A narrativa de rotação (saindo um pouco de mega caps e buscando “o resto do mercado”) reaparece com força quando concentração vira risco e quando o investidor procura diversificação real. Notícias e análises recentes citam a possibilidade de ampliação do rally e retomada de interesse por small caps/value, o que naturalmente se manifesta via ETFs.

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ETFs de private credit: por que viraram tendência e o alerta central de liquidez diária vs ativos menos líquidos

Introdução O ETF de private credit virou tema quente porque o investidor está caçando alternativas de yield e diversificação. Grandes gestores discutem o ciclo de private credit, e análises de risco chamam atenção para o ponto crítico: liquidez diária no ETF versus ativos subjacentes potencialmente menos líquidos. Por que private credit entrou no radar do

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Fluxo em ETFs de Bitcoin: como ler entradas/saídas e por que “in-kind” muda custos e fricção

O fluxo de ETF de Bitcoin virou um termômetro observado por traders e investidores porque entradas e saídas podem indicar mudança de apetite, rotação e realocação de risco. Só que o ponto mais técnico (e mais importante) é este: a forma de criação/resgate — cash vs in-kind — muda fricções e custos. A SEC formalizou

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Buffer/Defined Outcome ETFs: por que saíram do nicho — e os erros comuns com cap, janela e “caminho do retorno”

Os buffer ETFs (ou defined outcome ETFs) cresceram porque oferecem algo que muita gente quer em tempos incertos: uma faixa de resultado mais previsível proteção parcial na queda em troca de limitar ganhos. Grandes casas e análises de indústria destacam a expansão desse tipo de produto e a inovação no segmento. Só que antes de

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ETFs de covered call em alta: por que atraem fluxo — e o risco de achar que “protegem sempre”

O ETF de covered call virou um “ímã” de atenção porque promete algo emocionalmente poderoso: renda recorrente via prêmio de opções. Com o marketing de “income”, esses ETFs ganharam espaço e, em muitos casos, captação. Mas antes de decidir, entenda que covered call troca upside por prêmio, e isso tem custo em mercados de alta.

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